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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Eclipse lunar e cometa são atrações nesta sexta.

Nesta sexta-feira (10/fev), acontece um eclipse lunar , onde a lua ficará com uma aparência prateada, sendo chamada de “lua de neve” – o evento trará uma penumbra sobre a lua cheia, com a incrível aparição do cometa 45P mais tarde, também conhecido como o cometa de Ano Novo – que fará sua maior aproximação à Terra.Um eclipse da lua ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham, estando a Terra no meio. Este alinhamento faz com que a sombra da Terra caia sobre a lua, criando um eclipse lunar.

Em um eclipse lunar penumbral, apenas a sombra externa mais difusa da Terra cai sobre a lua, causando uma sombra mais sutil do que um eclipse parcial ou total. Mas desde que o céu esteja livre de nuvens, a lua terá uma “máscara” escura da prata durante o eclipse.

Na Europa, África e Ásia Ocidental, o evento será melhor visto no oeste, enquanto na América do Norte, Central e do Sul, a melhor visão será a partir do leste.
“O cometa passa então através das constelações Corona Borealis (Coroa do Norte), Boötes (o Pastor), Canes Venatici (cães de caça de Boötes) e Ursa Maior. Em seguida, vai para a constelação de Leão até o final do mês”
Este cometa se move rapidamente – 9 graus cada dia e voltará novamente em 2022, sendo essa uma oportunidade imperdível para suas observações.

Junto com o eclipse lunar, o cometa 45P fará sua maior aproximação à Terra este fim de semana. Em uma nota oficial, a Nasa disse: ‘o cometa 45P, será visível após o pôr do sol nos últimos dois meses – através de binóculos e telescópios – fará sua aproximação maior à Terra em 10 e 11 de fevereiro, quando será 0,08 Unidades Astronômicas (7,4 milhões de milhas ) da Terra, sendo visível no céu da manhã na constelação de Hércules.
Professor Marcelus

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dez tendências da tecnologia na educação


Como transformar os investimentos (muitas vezes altos) em tecnologia em ideias que de fato melhorem o desempenho e aprendizado dos alunos?
O tema foi discutido em São Paulo, em um seminário recente da Fundação Santillana e da Unesco (braço da ONU para educação e cultura).
Não há consenso sobre o assunto, e muitos estudos ainda não encontraram correlações diretas entre uso da tecnologia e melhor aprendizado.
Mas observadores acreditam que se internet, tablets, computadores, aplicativos e outras plataformas forem usadas para estimular a imaginação dos alunos e amparar o trabalho do professor, com objetivos claros, podem ter impactos positivos não apenas nas notas, mas no desenvolvimento de habilidades e no engajamento dos estudantes.
"O uso bem-sucedido da tecnologia sempre vai acompanhado de reformas em outros aspectos – como currículo (escolar), avaliação e desenvolvimento profissional dos docentes", diz o documento final do evento em São Paulo.
A partir do debate e da opinião de especialistas, a BBC Brasil levantou dez tendências relacionadas ao uso da tecnologia em sala de aula e experiências de seu uso na prática.

Agregar valor ao trabalho do professor em vez de substituí-lo

Em vez de recursos tecnológicos que tentem substituir o professor ou que apenas digitalizem tarefas de memorização (como taboada) – iniciativas de pouco efeito prático e que podem até atrapalhar o rendimento -, é muito mais produtivo pensar em como a tecnologia pode ajudar o trabalho do professor.
"Uma das imagens mais caricaturescas difundidas da tecnologia na educação representa um computador que substitui o docente, oferecendo automaticamente a informação aos estudantes. Mas isso tem levado a resultados pobres, particularmente quando a ênfase dos currículos já não está apenas nos conhecimentos, mas também nas competências", diz o documento da Unesco.
"Em vez de pensar 'temos esta tecnologia e este aplicativo, como podemos usá-lo para a educação', o ideal é refletir ao contrário: perguntar aos docentes que tipo de problemas e dificuldades eles enfrentam e pensar em como a tecnologia pode ajudá-los", diz Francesc Pedró, representante da Unesco para educação, à BBC Brasil.
Nesse contexto, o professor deixa de ser apenas transmissor de conhecimento, mas sim um mediador – orientando alunos com instruções, feedback, contexto, exemplos e perguntas-chave dentro de cada projeto e identificando qual o dispositivo tecnológico é melhor para cada momento (mesmo que sejam papel e lápis).
Estudos indicam, também, que não adianta muito usar a tecnologia apenas por usar: projetos que não tenham objetivos claros e integração com o currículo escolar vão agregar pouco ao aprendizado.

Melhorar processos, sem precisar mudá-los radicalmente

A tecnologia não precisa necessariamente revolucionar a aula: pode ser usada para ajudar professores e alunos a trabalhar conteúdos mais abstratos, por exemplo, ou facilitar o aprendizado.
Image captionTecnologia pode ajudar alunos a visualizar gráficos matemáticos e experimentos científicos
No ensino de ciências e de exatas é onde estão a maioria das experiências bem-sucedidas de avanço com a tecnologia, justamente porque fica mais fácil para que alunos visualizem conceitos, transformar números e equações em gráficos digitais e ver o resultado de seus experimentos.
Aplicativos como o gratuito Geogebra (www.geogebra.org) também têm ajudado professores a ensinar geometria no ensino médio.
Um estudo com 125 estudantes das 7ª e 8ª séries na Colômbia concluiu que recursos tecnológicos nesse tipo de atividade aumentou em 81% a capacidade dos estudantes em interpretar e utilizar gráficos.

Tablets estão ganhando o espaço de laptops e desktops

Mais barato e portátil, o tablet tende a ganhar espaço.
O tradicional colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem um projeto-piloto de uso de tablets equipados com AppleTV a partir do 6º ano, para substituir as salas de informática (que drenavam recursos, tanto para a manutenção dos servidores quanto para atualização dos equipamentos).
O documento da Unesco vê o tablet individual – seja comprado pelos pais ou emprestado pelo poder público – como uma tendência de médio prazo na educação.
Pedró, da Unesco, afirma que desktops e laptops continuarão sendo úteis para trabalhos escritos e para equipar alunos carentes que não tenham acesso à tecnologia.
Mas existe uma tendência de governos aproveitarem mais os equipamentos móveis que já são possuídos pelos próprios estudantes (smartphones e tablets) e focarem seus investimentos em aplicativos e redes potentes.

Pensar na internet além dos sites de buscas e das redes sociais

Muitos professores já notaram que tarefas tradicionais muitas vezes são resolvidas pelos alunos com buscas pouco criteriosas na internet e o velho "CtrlC+CtrlV" (os comandos de computador de copiar e colar).
"Tudo indica que de nada adianta continuar promovendo um uso da internet sem estrutura e orientação adequadas, que não evita que a maioria dos estudantes confie na primeira informação que encontre para sua tarefa, assim como não os ajuda a evitar as distrações da própria rede", diz o documento da Unesco.
Mas a internet tem muito mais potencial além dos sites de buscas e redes sociais.
Um projeto chamado GLOBE (www.globe.gov), por exemplo, conecta mais de 4 mil escolas do mundo com cientistas. Nele, os alunos coletam dados ambientais de suas regiões e os enviam aos especialistas, que ajudam a analisá-los e a sugerir soluções para problemas do meio ambiente local.
Plataformas como Padlet (http://padlet.com/features), já usado por alunos da rede pública brasileira, ajudam estudantes e professores a construir projetos online em conjunto. Experiências em que alunos criam seus próprios websites também estimulam diversas habilidades e a produção de conteúdo próprio.
Image captionPrograma GLOBE conecta jovens a cientistas
E, no que diz respeito às buscas tradicionais, cabe às escolas ensinar os alunos a pesquisar com mais eficiência, filtrar e comparar dados, em meio à crescente imensidão de informações na internet.

Fazer conexões com o mundo real

Se facilitar a conexão da sala de aula com o mundo exterior, a tecnologia pode ter um papel crucial no ensino. E há cada vez mais exemplos disso.
Nos EUA, estudantes dos anos finais do ensino fundamental criaram seu próprio anuário escolar digital e um tour virtual de um museu local, para mostrá-lo aos estudantes mais novos da mesma escola. O resultado foram alunos mais comprometidos com os estudos.
No Equador, 55 alunos equipados com computadores simularam a abertura de um restaurante durante as aulas. Usaram softwares como Excel para controlar seus gastos e plataformas para desenvolver um website do projeto, desenhar panfletos e etc.
Em uma escola da área rural da Colômbia, no ano passado, alunos receberam tablets para desenvolver um projeto de proteção da bacia hídrica local e analisar amostras de solo. Com a ajuda de apps educacionais, usaram a oportunidade para aprender os elementos da tabela periódica.
Segundo o documento da Unesco, iniciativas assim proporcionam "oportunidades práticas para exercitar e aplicar competências", nas quais os estudantes "ganham motivação e se envolvem muito mais no processo de aprendizado".

Estimular criação, cooperação e interação

Estudantes aprendem mais quando usam a tecnologia para criar novos conteúdos por si mesmos em vez de serem meros receptores, aponta o documento da Unesco.
Nessa área há experiências bem-sucedidas de turmas ou escolas que criam e debatem, em conjunto, bases de dados sobre determinados assuntos, em plataformas de construção coletiva como o Knowledge Forum (www.knowledgeforum.org).
Na cidade de Puente Alto, no Chile, alunos do 4º ano do ensino fundamental participaram de um projeto interdisciplinar de línguas e artes, cujo objetivo era entender e valorizar os povos nativos. Os alunos pesquisaram em grupo, criaram uma história sobre um dos povos, gravaram e editaram seu próprio vídeo do projeto.
Avaliações indicam que a compreensão de conteúdos é maior em ambientes assim do que se fossem usados apenas livros didáticos.

Pensar em novas formas de avaliar os alunos

Image captionGames podem ajudar alunos ao dialogar com a realidade e a história locais
Ante novas formas de oferecer e produzir conteúdo, é preciso pensar também em novas formas de avaliar sua produção, dizem especialistas.
"O melhor é buscar tarefas que estimulem a relação com o conteúdo e a reflexão – dar desafios maiores a alunos que estão armados de mais tecnologia", diz Pedró.
Ele diz ainda que as escolas não podem esquecer de sua responsabilidade de desenvolver e avaliar as habilidades digitais dos alunos. "Apesar de usarem seus celulares o dia inteiro, eles usam para as tarefas que lhes interessam, não necessariamente para o seu desenvolvimento intelectual. Países como o Chile já fazem avaliações do grau de competência digital dos estudantes."

Usar games em favor do aprendizado

Se bem usados, videogames podem exigir do aluno análise da situação, concentração e conhecimentos das matérias estudadas, ao mesmo tempo em que tornam o aprendizado mais vivencial e divertido.
"Jogos são importantes ao dialogar com a realidade e a história locais", diz à BBC Brasil Manoel Dantas, diretor-geral da Clickideia, provedora de conteúdo educacional para escolas públicas e privadas, com sede em Campinas (SP).
A empresa desenvolveu, focando em alunos do Rio Grande do Norte, um jogo interativo que aborda um massacre ocorrido durante a invasão holandesa no Estado, em 1645.
No Peru, alunos participaram da construção de um jogo em 3D baseado em um episódio da independência peruana (a rebelião de Cusco, de 1814). Ele foi usado como complemento às aulas e melhorou o rendimento da turma.

Customização e personalização

Algumas plataformas online permitem que o conteúdo seja personalizado pela região (atividades ligadas à história e ao costume locais, por exemplo) e até mesmo a cada aluno, de acordo com seus pontos fortes e fracos.
É o ensino adaptativo, "que desenha um perfil do aluno e identifica a forma como ele melhor aprende", explica Dantas, do Clickideia.
Outra plataforma que usa o método é o software brasileiro Geekie, que ao interagir com o estudante, percebe suas aptidões e dificuldades e traça um plano de estudos adaptado a elas.

Planejamento é chave

O uso da tecnologia será mais eficaz se for não aleatório, mas planejado, com objetivos claros de qual impacto pode ter no ensino.
Em estudo de julho deste ano sobre eficiência da tecnologia na educação, o Banco Interamericano de Desenvolvimento sugere quatro itens: 1) Focar em objetivos de aprendizado específicos, que podem ser em áreas básicas, como matemática e idiomas, ou em habilidades, como pensamento crítico e colaboração; 2) Coordenar componentes-chave: infraestrutura tecnológica, conteúdo e recursos humanos; 3) Desenvolver uma estratégia de avaliação e monitoramento do projeto, com as etapas a serem cumpridas e o impacto que ele pretende gerar; 4) Garantir que a iniciativa não seja isolada, mas parte de um plano sustentável ao longo do tempo na escola ou na rede de ensino.(Fonte: Site da BBC)
Professor Marcelus

sábado, 9 de agosto de 2014

SuperLua acontece neste domingo...

A Superlua, um fenômeno em que o satélite natural da Terra fica maior e mais brilhante do que o comum em uma Lua cheia, acontecerá no domingo (10). Dessa vez, o evento será raro, pois a Lua estará ainda mais próxima da Terra (em 103 quilômetros).
O termo “Superlua” foi dado pelo astrônomo Richard Nole na década de 70. O fenômeno acontece quando o nosso satélite natural chega ao seu ponto mais próximo da Terra. Segundo o Prof. Gustavo Amaral Lanfranchi, coordenador do Mestrado em Astrofísica da Universidade Cruzeiro do Sul, o fenômeno acontece a cada 14 meses.
As Luas cheias também variam de tamanho por causa da órbita oval. O trajeto elíptico tem um lado (perigeu) cerca de 50 mil quilômetros mais perto da Terra do que o outro (apogeu). Para um observador no planeta, o perigeu faz a Lua ficar 14% maior e 30% mais brilhante do que em um dia de lua cheia normal.A Superlua é cientificamente chamada de “perigeu lunar” e acontece pois a órbita lunar tem o formato oval, e não de círculo. O fenômeno oposto, quando a Lua fica mais afastada da Terra, é conhecido como apogeu.


Segundo Lanfranchi, a Lua passa pelo perigeu e apogeu a cada órbita completa, ou seja, a cada 29 dias, aproximadamente. Porém, quando a Lua atinge o perigeu durante a fase de Lua cheia, ela aparenta estar maior e mais brilhante do que o normal.
É isso que acontecerá no domingo. A Lua estará na fase cheia e passará pelo ponto mais próximo na sua órbita da Terra quase no mesmo horário (diferença de aproximadamente 30 minutos). “Essa pequena diferença de tempo deve aumentar ainda mais o efeito da Superlua”
A diferença no tamanho e no brilho da Lua pode ser mais bem observada no início da noite, quando a Lua ainda está perto do horizonte. Esse fator facilita a comparação do tamanho da Lua ao tamanho de arvores, prédios, construções, entre outros. O efeito permanece durante toda a noite, mas perde a intensidade conforme a Lua se movimenta.
O ápice do perigeu lunar será às 17h43, quando a distância entre a Lua e a Terra será de 356.896 quilômetros. Porém, às 18h10, o satélite entrará na fase de Lua cheia. Esses dois fatos que são raros: o perigeu junto com a entrada da lua cheia.

Qualquer lugar alto onde se tenha uma boa vista do horizonte em direção ao leste (onde a Lua nasce) é um bom local para observação, não há necessidade do horizonte estar livre, pois as árvores e as construções auxiliam na percepção do tamanho da Lua.
Apesar de a Lua passar pelo perigeu a cada 29 dias, a próxima vez que essa passagem irá coincidir com a Lua Cheia será somente em 28 de setembro de 2015, quando a diferença entre esses dois eventos será de 1 hora. O fenômeno se repetirá também em 14 de novembro de 2016 (com diferença de 2 horas e meia). Uma aproximação com diferença de somente meia hora (como a do dia 10) ocorrerá novamente apenas em 25 de novembro de 2034. (Fonte: http://info.abril.com.br/)
Professor Marcelus

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Serra Leoa declara estado de emergência por causa do ebola.

O presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, declarou nesta quinta-feira (31) estado de emergência pública no país devido ao pior surto de ebola já registrado, que já causou mais de 220 mortes até o momento em seu território.

O presidente também anunciou ter cancelado sua viagem na próxima semana à cúpula África/Estados Unidos em Washington, mas indicou que participará de uma cúpula regional na vizinha Guiné para analisar a situação junto a representantes de Guiné, Libéria e Costa do Marfim."Os desafios extraordinários necessitam de medidas extraordinárias", afirmou Bai Koroma em mensagem dirigida à nação
Além de decretar o estado de emergência, Koroma anunciou outras medidas, como colocar em quarentena as áreas afetadas pelo ebola, mobilizar forças de segurança para proteger as equipes médicas e proibir as reuniões públicas, assim como lançar uma busca em cada casa pelos possíveis infectados pela doença.
Balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que o número de casos aumentou para mais de 1.300 casos na África Ocidental. No total, até 27 de julho, 729 pessoas morreram vitimadas pelo ebola, entre elas 47 em apenas quatro dias.
Entre 23 e 27 de julho, foram registrados 122 novos casos (confirmados, prováveis e suspeitos) e foram notificadas 57 mortes na Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa, acrescentou a OMS.

A organização anunciou nesta quinta que lançará, junto com os governos da região, um plano de resposta ao ebola com US$ 100 milhões em recursos.
O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. A febre que provoca se manifesta com hemorragias, vômitos e diarreia. A taxa de mortalidade varia entre 25% e 90% entre os humanos e não há vacina que evite o contágio. (Fonte: Portal G1)
Professor Marcelus

terça-feira, 8 de julho de 2014

Conheçam locais que duvidamos que existem mesmo...

Nosso mundo está tão cheio de maravilhas que novos e surpreendentes lugares são descobertos a cada dia, seja por fotógrafos profissionais ou amadores. Diferentes localizações geográficas, condições climáticas e até mesmo estações oferecem a mais ampla variedade de belezas naturais.

1) Túnel do Amor, Ucrânia 



2) Campos de tulipas na Holanda 


3) Salar de Uyuni, na Bolívia



4) Hitachi Seaside Park, no Japão


5) Cavernas de gelo Mendenhall, Juneau, no Alasca, EUA


6) Praia Vermelha, Panjin, China


7) Floresta de bambu, Japão


8) Rua em Bonn, Alemanha


9) Mina Naica, México



10) Túnel de flores, no Japão



11) Floresta Negra, na Alemanha


12) Campos de chá, China


13) Montanhas Tianzi, China


14) Hang Son Doong, Vietnã


15) Parque Takinoue, Japão


15) Antelope Canyon, EUA


16) Lago Hillier, Austrália


17) Lago Retba, no Senegal


18) Campos de lavanda, Reino Unido e França



19) Campos de canola, China



20) Monte Roraima, Brasil / Venezuela / Guiana


21) Zhangye Danxia, China


 
(Texto e fotos copiados do site:  BLOGBLUX )
Professor Marcelus