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domingo, 10 de novembro de 2013

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Receba bem os recenseadores do IBGE.

As aulas começam nesta próxima semana e também, o CENSO-2010, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

     O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará este ano o Censo Demográfico 2010 que irá começar a partir do dia 1º de agosto e tem por objetivo colher informações sobre a população brasileira, tais como número de habitantes, número de homens, mulheres, crianças e idosos, além dos locais e condições em que estas pessoas vivem atualmente.
     O Censo Demográfico acontece de 10 em 10 anos e sua primeira edição foi em 1.872 quando o Brasil tinha cerca de 10 milhões de habitantes, visto que em 2010 estima-se um número de 190 milhões de habitantes.
     Por meio do Censo, conheceremos a população total do Brasil, de cada Estado e de cada município. É também o programa mais utilizado pelos governos municipais, estaduais e federal, além de entidades privadas, para definir suas políticas públicas. Por exemplo: um bairro com uma população muito grande e de baixa renda, mas sem posto de saúde, tem de ser priorizado. Terão condições de avaliar questões sobre as cidades, como arborização, saneamento básico, energia elétrica e água encanada.
Tire suas dúvidas

  • A coleta de dados vai até 30 de outubro de 2010.

  • Os primeiros resultados serão apresentados em dezembro, e os dados consolidados, em 2011

  • Serão visitados os cerca de 58 milhões de domicílios brasileiros em 5.565 municípios do país, e qualquer morador capaz de fornecer as respostas pode atender o recenseador em nome de todos os demais moradores da residência

  • A Lei 5.534, de 1968, aponta a obrigatoriedade de prestação de informações estatísticas e assegura o caráter sigiloso dos dados

  • Será permitido responder às perguntas pela internet, por meio de uma senha fornecida pelo recenseador. O IBGE adverte que esse é o último recurso para quem não tem tempo de receber o recenseador em casa

  • Existem dois tipos de questionários, o Básico e o de Amostra:

    • Básico: perguntas sobre características dos moradores (sexo, idade, cor, raça, educação e rendimento) e dos domicílios (abastecimento de água, saneamento básico e energia elétrica). É aplicado a todos os domicílios

    • Amostra: questões mais específicas, como o número de cômodos do domicílio e o estado civil dos moradores. É aplicado a uma parcela menor da população

  • O cidadão poderá confirmar a identidade do recenseador antes de abrir a porta de casa, ligando para o fone 0800-7218181 ou acessando o site do Censo 2010, em www.censo2010.ibge.gov.br, e informando o número do registro do recenseador

  • Os recenseadores irão usar um colete azul escuro com o logotipo de IBGE e do Censo 2010 e um boné azul com a aba amarela. Em um bolso plastificado, na frente da vestimenta, estará o crachá com dados pessoais

  • O Censo 2010 é o primeiro totalmente informatizado, com uso de computadores de mão equipados com GPS e mapas digitalizados
 COLABORE COM O RECENSEADOR!

Professor Marcelus
:)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Controle da natalidade e proteção do meio ambiente.

Um estudo divulgado pela London School of Economics (LSE) sugere que o controle da taxa de natalidade é uma forma muito mais eficiente de cortar as emissões de carbono que poluem o meio ambiente.

No trabalho intitulado “Menos emissores, menos emissões, menos gastos”, a equipe de especialistas da universidade britânica conclui que o planeta ficará mais protegido se o número de nascimentos diminuir.

A pesquisa indica que para cada 4 libras (R$ 12) gastas com planejamento familiar e métodos contraceptivos, é possível diminuir a emissão de gases em uma tonelada. Em contrapartida, para obter o mesmo resultado investindo em tecnologias ecológicas, são necessárias 19 libras (R$ 57).

Ao mesmo tempo, nesta quinta-feira, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou a criação de um novo imposto sobre a emissão de dióxido de carbono.

Com a medida, a França passa a ser a primeira grande economia do mundo a introduzir o imposto. A nova taxa vai incidir sobre petróleo, gás e carvão. O governo deverá cobrar 17 euros (o equivalente a cerca de R$ 45) por tonelada de dióxido de carbono (CO2) emitida.

O imposto se aplicará a residências e a empresas, mas não a indústrias pesadas e do setor energético que estão incluídas no esquema de comércio de emissões da União Europeia. (Fonte: BBCBrasil)

O que você acha do controle de natalidade como forma de preservar o meio ambiente? Você concorda com a iniciativa da França? Acha que a Índia deve fazer o mesmo? E o Brasil?

Professor Marcelus
:)


sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Esse é um país que vai prá frente!

     Para concluir uma longa discussão que tive com meus alunos sobre as características sociais, políticas e econômicas do Brasil realizamos um trabalho em que eles deveriam retratar os problemas que encontrarm em seus municípios.
     Aos poucos foram me enviando textos e fotos que eles próprios criaram e tiraram. E o mais importante, as fotos foram tiradas com uma visão "do que pode ser melhorado", e não apenas uma postura simplista de mostrar problemas da cidade de Araçatuba e outras da região.

Observe as fotos: (clique sobre a imagem para ver o álbum completo)

     Meus agradecimentos aos alunos da 1ª série do ensino médio do colégio THATHICOC que participaram deste trabalho e se empenharam bastante. As fotos estão ótimas!

Rodolfo Belentani, Bruna Mayumi Utsunomiya, Victória Baruselli Cabral de Melo, Beatriz Dalloca, Camilla Streicher, Betriz Marin, Livia,Thais Sanchez, Mariana Dias, Gabriela Marques, Victória Baruselli Cabral de Melo, Thaís Forato Pires, Beatriz Dalloca, Luma Caroline Vendrame, Luiz Gustavo Cavalcanti Jardim, Fernando Avila, Leonardo Molina, Gilson Criolezio, Dani Tomoe Kawamata, Roberta Kanda, Melissa Akina Makinodan, Fiamma Kian Tizuka, Vinicius Cataneo, Giuseppe, Vinicius Henrique Boaventura, Leonardo Deodato Isique, Diego Gava, Bianca Pereira, Tatiana Spironelli, Murillo Palhares, Renan Carline, Nelson Augusto Pires, Nelson Pires, Luis Otavio Baggio, Caio De Paula, Mariana Dornellas Pesquero, Amanda Gasparini Duarte, Ana Luisa Moreira Redondo, Letícia Aurea Dornelas Marques, Nilson Luis Lacerda, Graziela Pentean Bessa.
Professor Marcelus
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A má distribuição de renda no Brasil.

SEGUNDA, 08 DE SETEMBRO DE 2008.

     "O Brasil está deixando de ser um país de pobreza absoluta para ser um país de pobreza relativa, diminuindo a distância entre o topo e a base da pirâmide", afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Segundo ele, a diminuição da taxa de pobreza nessas seis regiões metropolitanas, que correspondem a 1/4 da população brasileira e 2/5 do Produto Interno Bruto (PIB) reflete o resultado do crescimento econômico, com maior número de empregos e renda. Na avaliação de Pochmann, os programas de transferência de renda também contribuíram para esse resultado, assim como o aumento do salário mínimo. Ele ressaltou, no entanto, que a pesquisa capta basicamente a renda oriunda dos rendimentos do trabalho e a aposentadoria. (fonte: Estadão)

   
Segundo dados da pesquisa, existem 10,2% da população brasileira vivendo em famílias com renda inferior à linha de indigência e 30,1%, com renda inferior à linha da pobreza. O Brasil está entre as 10 maiores economias domundo, se analisarmos o PIB per capta do Brasil notamos que apenas 36% dos países do mundo possuem um valor superior ao do Brasil, mas o seu grau de pobreza é bastante superior à média desses países. A população pobre do Brasil representa 1/3 do total, enquanto em nestes países a média é de 1/10.

    
Esses dados demonstram que a origem da pobreza do Brasil não está na falta de recursos mas na má distribuição dos recursos existentes.  A renda média dos  mais ricos do país é 28 vezes maior do que a renda média dos mais pobres. Nos EUA, por exemplo, a proporção é de 5 vezes; na Argentina, 10 vezes e na Colômbia, 15 vezes. Poucos detêm muito e muitos não detêm quase nada.

    
A conclusão é de que o enorme grau de desigualdade na distribuição de renda constitui-se como o principal determinante da pobreza no país. As políticas de combate à pobreza adotadas pelo Governo ainda não são eficazes. Se mantiver o ritmo atual, o Brasil só deve cumprir em 2019 o compromisso de reduzir a pobreza pela metade, e não em 2015, prazo fixado pela Cúpula do Milênio das Nações Unidas.

   O Brasil não é um país pobre, mas um país extremamente injusto e desigual, com muitos pobres", é o que diz o estudo, segundo o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
Professor Marcelus

domingo, 17 de agosto de 2008

Tarefa - 1º ano - semana de 18 a 22/agosto/2008.

SEGUNDA, 18 DE AGOSTO DE 2008.


01. Observe a pirâmide etária brasileira, segundo dados do IBGE, e analise seu número de jovens e de idosos, e ainda a tendência destas faixas para o futruro.


02. Faça uma análise da participação do número de mulheres na PEA (população economicamente ativa), de acordo com o gráfico a seguir (IBGE):
03. Observe o vídeo:
Explique, utilizando as informações fornecidas pela reportagem, as causas que nos permitem afirmar que a população brasileira está passando por uma transição demográfica?
Professor Marcelus

domingo, 10 de agosto de 2008

Atualidades para alunos do Terceirão.

          A Geografia é uma ciência que apresenta constantes modificações ao longo dos anos. Estar atualizado é muito importantes para suas provas!

Seguem abaixo alguns links para ajudar nos seus estudos: (segundo bimestre/2008)
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Revista Veja (Edição 2071 / 30.julho.2008)

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Saiba mais sobre a população brasileira: aqui!
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Revista Veja (Edição 2072 06.agosto.2008.
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CLIQUE AQUI:   CHINA
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Saiba mais sobre a população brasileira: aqui!
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Qualquer dúvida ou opinião deixe um comentário aqui!
Vamos debater! Vamos estudar!

sábado, 2 de agosto de 2008

Revista "Veja" apresenta novas características demográficas do Brasil.

SÁBADO, 02 DE AGOSTO DE 2008.

Poucos e bons
Com a taxa de fecundidade em 1,8 filho por mulher, a população brasileira cresce mais devagar. Isso melhora a renda e o padrão de vida no país.

OS SEM-IRMÃOS (foto:Roberto Setton)

As crianças da foto acima freqüentam a mesma creche, num bairro de classe média de São Paulo. Todas são filhas únicas. Asantewaa Santos, Narayana Dourado, Luis Alberto Araújo e Gustavo Silva fazem parte de uma nova geração de brasileiros que nascem em famílias bem menores que as de seus pais e avós. "Um segundo filho implicaria mais gastos e atenção", diz a estudante Cleude de Jesus (ao fundo, à esq.), mãe de Asantewaa, de 1 ano e 8 meses. "Sinto por minha filha não ter a cumplicidade de um irmão, mas acredito que ela construirá esse tipo de relação com os amigos"


Durante muito tempo os brasileiros conviveram com uma ameaça nascida nos boletins dos censos demográficos. O rápido crescimento da população do país, que aumentou dez vezes entre o início e o fim do século XX, apontava para um futuro em que faltariam alimentos, moradia e infra-estrutura para tanta gente. A bomba populacional foi um risco real para o Brasil. Foi ela que sustentou uma infinidade de apostas sombrias sobre o país. Sem que se prestasse muita atenção, porém, a bomba foi perdendo força à medida que um número cada vez maior de mulheres escolheu ter menos filhos. Essa tendência começou nos anos 70. Agora, quase quarenta anos depois, a bomba populacional acaba de ser oficialmente desativada. É uma grande notícia para os brasileiros. Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde mostra que a taxa de fecundidade do país, ou seja, a quantidade de filhos que cada brasileira gera, em média, chegou a 1,8 – contra 6,3 nos anos 60. A taxa de fecundidade é o fator que mais influencia a taxa de crescimento populacional de um país, juntamente com a taxa de mortalidade e a migração. Quando a taxa de fecundidade de um país cai abaixo do patamar de 2,1, a população cresce em ritmo cada vez mais lento e, depois de duas ou três décadas, passa a diminuir de tamanho. É o que vai ocorrer com o Brasil. Todos os países desenvolvidos, em algum ponto de sua trajetória, tiveram quedas expressivas em seus índices de natalidade. Na Europa Ocidental, nos Estados Unidos e nos países ricos da Ásia, as taxas de fecundidade são hoje iguais ou menores do que 2,1. A taxa de fertilidade brasileira é agora igual à da China, que há tempos limita o número de filhos a um por família. A quantidade de crianças que as mulheres dão à luz tem impacto direto na economia e na sociedade de uma nação. São muitas as razões que levam os casais de países ricos a ser mais propensos a formar famílias pequenas. A adesão das mulheres à competitividade no trabalho ou na vida acadêmica é certamente uma delas. O certo é que, hoje, só as nações muito pobres, como as da África Subsaariana e o Afeganistão, com renda per capita miserável, apresentam altas taxas de fecundidade e de crescimento populacional.



ESCOLA PARTICULAR E FÉRIAS NA BAHIA (foto:Oscar Cabral )
Moradora da favela do Vidigal, a cabeleireira carioca Rosângela Sousa Freire, 40 anos, nasceu em uma família grande. Sua avó teve 21 filhos e sua mãe, cinco. "Ao contrário do que ocorreu com elas, fui instruída a prevenir uma gravidez indesejada desde cedo", conta. Ela e o marido, o vendedor Roberto Freire, de 45 anos, começaram a namorar quando Rosângela tinha apenas 14 anos. O único filho do casal, Douglas, nasceu há dez. "Resolvemos ter apenas um, pois não poderíamos pagar escola ou viagem de férias para mais de um filho".
(fonte: VEJA - Edição 2071 - 30 de julho de 2008 – Especial: Demografia)



FÓRUM:

01. Como podemos explicar essa queda na taxa de fecundidade que vem ocorrendo, não apenas no Brasil, mas com a população de quase todo o mundo?
02. Quais as conseqüências desse fato na área econômica?
03. Qual o risco da continuidade dessa queda?